A Ecoinvent publicou dados actualizados sobre a pegada de carbono do zamak reciclado, uma liga crucial para a indústria cosmética na sua procura de sustentabilidade. A Segede confirma o seu empenhamento nesta transição ecológica.
Para a Ecoinvent, o impacto de carbono do zamak reciclado é agora reduzido de 2400 kg de CO₂/tonelada para menos de 671 kg, graças à utilização limitada de matéria-prima virgem. Esta atualização marca um avanço significativo para a Segede, que tem vindo a trabalhar para reduzir a pegada de carbono do material.
O compromisso da Segede e a regulamentação europeia
No contexto dos regulamentos PPWR, a União Europeia está a empurrar as marcas para práticas de produção «mais circulares», com um impacto direto nas suas estratégias de embalagem. O Zamak, até agora negligenciado em favor de materiais mais convencionais, viu a sua reciclabilidade validada pelo Comité Europeu de Normalização. Este novo estatuto legitima a sua utilização alargada no sector da cosmética.
Rumo a 100 % de material reciclado
A Segede está empenhada em apoiar o sector, fornecendo às marcas zamak fabricado a partir de material totalmente reciclado, sem comprometer a qualidade. Mais «circular» do que nunca, o zamak poderá transformar as práticas de conceção ecológica das marcas, em conformidade com a procura crescente de materiais sustentáveis nas suas embalagens.
Com o objetivo de uma transição suave e um compromisso com a rastreabilidade e o fornecimento responsável, a Segede oferece uma capacidade de inovação essencial para responder positivamente às diretivas de reciclagem previstas pela UE. À medida que o impacto do zamak continua a ser refinado por estudos de ACV, está a redefinir as suas capacidades na indústria cosmética.








